Previsões dos orixás do ano de 2025
– PAI JOMAR D’OGUN –
A poucos dia de terminar este ano de 2024 e pedindo ao sagrado que ele acabe da melhor forma, é altura de consultarmos os Orisás no merindilogum (consulta de búzios), a fim de saber quais os caminhos que nos reservam o próximo ano de 2025.
Se há momentos na vida da humanidade em que as coisas estão complicadas, este é sem dúvida um deles.
A contaminação em cadeia da mentalidade humana a nível pessoal, transpôs de tal forma o normal racional, que foi ao longo dos tempos proliferando em todas as vertentes, em todas as sociedades da mais “ínfima” à “maior”.
Quase que parece, (se é que para alguns , não é mesmo), que a vida em si mesmo, deixa de ter valor, de ter sentido.
A direção de alguns é o desnorte. (Falo neste caso dos “senhores do mundo”)
Tudo isto em si é muito mau; pior ainda, porque induz cada um de nós, cada comunidade de qualquer espécie, qualquer país, qualquer vida singular ao vazio, à pouca vontade de mudar as coisas e sobretudo a mentalidade. Vivemos numa época, que quanto pior, melhor… infelizmente. O que nos resta?
Aqueles que não se detêm, utilizando bem a diplomacia, a arte de bem olhar não só num sentido, mas para todos os lados! Mais do que isso: aqueles que têm uma “bomba” que pode ser implacável, que é a fé que move montanhas, que move os ventos , o fogo, os rios, os mares, o ar e inunda o coração do homem de sensatez, de solidariedade, de trabalho, de pão e de AMOR.
É nesta ultima conjuntura, que devemos nós simples mortais mas eficientes veículos do Amor de Deus (Olurun), dos Orixás e de todos os seres espirituais, que devemos na nossa vida pessoal, comunitária, laboral, religiosa semear através dos nossos atos e das nossas palavras, tempos de resistência por um lado e de mudança pelo outro. Quem melhor que Mãe Iansã e Pai Xango, para ser o nosso baluarte nesta “quase” impossível missão?!
É Ela (Iansã) quem nos dá a capacidade de sermos audazes, firmes. Dobramos, mas não quebramos! É a resiliência que nos dá a ousadia e ao mesmo tempo, a capacidade de saír com a maior calma, levados pela brisa fresca, Conscientes que tendo Xango do nosso lado, a justiça e a misericórdia se cumpriram.
É Oyá, que na nossa vida pessoal, nas escolhas que fazemos, vendo as nossas incúrias, a nossa insensatez, a nossa ingratidão, os nossos erros …e porque é Mãe, passa como fogo que consome tudo o que deve caír e deixa em pé, somente a verdade.